sexta-feira, 14 de dezembro de 2007


As veces sinto desejos terríveis por sentir a força e a roçadura do vento na minha pele, no meu peito, nos meus cabelos de luz. Tenho vontade de me pintar do sol do atardecer e me fundir no céu. Quero voar, batir minhas asas e escrever minhas palavras no ar, palavras que podam flotar e então, sejam levados pela chuva para formar rios que levem ás terras embriagantes, aos confins do mundo.
Eu quero fugir e olhar cores novas, aspirar cheiros novos, sentirme num mundo criado só pra mim. Meu abrigo.
E viver, simplesmente viver.

Um comentário:

Alisson da Hora disse...

Nossa... que crime ninguém comentar teus textos...a não ser que a primeira sensação fosse a que eu tive: de estupefação, dessas que nos fazem ficar bem caladinhos...

abraços